Ao tudo e ao nada.

.Van Gogh - 1887.

Ao intrínseco e ao desapego

ao torto e ao direito

e o direito de ir e vir.

 

Ao gosto e ao esquecimento

e aos braços dos abraços vis.

 

Ao sangue que corre nas veias

ao ar que nunca senti.

 

Aos mortos que ainda vagueiam

e aos portos onde me perdi….”

 

Nada será como antes

Bem mais e melhor que esses versos vis…

*Leli

1 comentário (+adicionar seu?)

  1. Frederico Latrão
    nov 27, 2010 @ 15:48:54

    À ti e à você.

    Responder

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